domingo, 15 de novembro de 2015

Esta mania que o tempo tem...

... De passar a correr. 

Parece que foi ainda ontem que comecei a estagiar mas a verdade é que fez ontem um mês. Quase nem dei pelo tempo a passar, ando sempre a correr entre casa-escritório e no meio de tudo ainda tenho que arranjar tempo - e inspiração! - para escrever a minha tese de mestrado. 

Começo a ficar um pouco preocupada, confesso. Ao final do dia já chego a casa cansada, a precisar de me distrair e a tese acaba por avançar muito pouco. Tenho aproveitado os fins-de-semana e os momentos mais mortos no escritório para trabalhar na tese. Mas já estamos a meio de Novembro, tenho que entregar a tese em finais de Janeiro e às vezes surge um nervoso miudinho, um pânico gritante na minha cabeça "E se não for capaz?!". Ainda me falta fazer tanta coisa!

E depois falo com colegas que ainda não escreveram uma única linha e fico um bocadiiinho mais descansada.

domingo, 25 de outubro de 2015

Febrinha da boa...

Nos jantares de grupo é inevitável surgirem situações caricatas que ficam para a história, daquelas que nos jantares futuros são lembradas entre gargalhadas. O último, há uns dias atrás, não foi excepção. 

Éramos um grupo de oito e partilhávamos o restaurante com um jantar de curso, o que resulta sempre num ambiente muito descontraído e com alguma confusão, com empregados atarefados de um lado para o outro a tentar atender a todos os pedidos tudo num meio de uma grande algazarra e entre cantorias e gritos de "mão direita, mão direita é penalty...!"

Eventualmente, uma funcionária do restaurante já de alguma idade passou por nós e um colega meu aproveitou para pedir mais comida: "Gostaria mais um bocadinho de febra, se faz favor". A senhora parou, a olhar para ele muito séria "Febra? Da minha?!", num tom algo indignado e surpreso. Bem, o rapaz nem sabia onde se enfiar e até gaguejou enquanto se tentava explicar: "Não, não! Febras, sabe... Chicha. Do porco, claro!" Ao que a senhora com um sorriso maroto responde "Então, são das minhas... Fui eu que fiz! Achava que eu estava a falar de quê?!"

Foi a risota geral e enquanto ele corava que nem um tomate. 

sábado, 24 de outubro de 2015

Nova fase

O blog anda um pouco abandonado, mas esta última semana foi de loucos.  Comecei a estagiar e não tenho parado. Chego a casa morta e só me apetece enroscar-me no sofá a ver uma série até à hora de jantar.


O estágio por enquanto, está a correr bem. Ainda me estou a adaptar e a aprender como algumas coisas funcionam. Nos primeiros dias foi inevitável aquele nervoso miudinho, aquele "ai espero não dizer nenhuma calinada", mas toda a gente me tem posto bastante à vontade para pedir ajuda e me ensinarem o que não sei fazer. A outra estagiária é simpática e parece-me o início de uma boa amizade e o meu chefe é bastante acessível. Só tenho um colega que é um bocadinho mau-feitio e conflituoso, portanto ando a tentar manter a nossa relação o mais cordial possível. De resto, ando entusiasmada com esta nova fase, é óptimo finalmente começar a aplicar o que aprendemos na faculdade, entrar no mundo do trabalho.  Quase me sinto uma adulta! 


quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Pipocas contaminadas

Desde que houve o surto de gripe A generalizou-se o recurso ao álcool em gel para desinfectar as mãos. Não só nos WC's e outros locais públicos, mas também em casa e nas malas das mulheres, aquele saco sem fundo onde tudo se encontra (com maior ou menor dificuldade, conforme a perícia de cada uma). Actualmente é mais raro encontrar nos lugares públicos, mas continuo a ter muitas amigas e conhecidas que continuam a transportar consigo o dito frasquinho e a usá-lo regularmente.

Pessoalmente, nunca aderi. Sou daquelas pessoas que está sempre a lavar as mãos (com animais em casa, ainda mais), ao ponto de sentir uma necessidade constante de usar um creme hidratante (esse sim, fiel companheiro para onde quer que eu vá). Usar o álcool em gel parece-me um bocadinho extremo, talvez porque tenho vários familiares a trabalhar na área da saúde que nunca ligaram ao dito frasquinho e, inevitavelmente, acabaram por influenciar a minha escolha. Sempre respeitei quem usa, apesar de me fazer alguma confusão quando via pessoas com as mãos visivelmente sujas e a esfregá-las avidamente com o gel.

Há uns dias, contudo, vivi uma situação algo caricata. Fui ao cinema com um grupo de amigos e conhecidos. Cada um pagou o seu bilhete, comprei um grande pacote de pipocas e, já sentadinha na sala de cinema, ofereci pipocas à rapariga que estava sentada ao meu lado. Ela aceitou, tirou uma mão cheia de pipocas e depois de as comer, sacou do frasco de álcool da carteira e besuntou as mãos. Calma. Vamos lá ver se eu entendi bem. Portanto, ela pagou o bilhete de cinema, tocando no dinheiro (aquela coisinha suja que passa por imensas mãos que não sabemos onde tocaram antes de chegarem às nossas...), no bilhete, entrou na sala de cinema, sentou-se, eventualmente mexeu no telemóvel e sabe Deus mais em quê, tudo isto sem sentir necessidade de desinfectar as mãos. Entretanto, pôs a sua mão contaminada com milhares de vírus e bactérias nas minhas pipocas, engoliu a pipoca contaminada e só depois - e não antes, como seria normal, digo eu - sentiu necessidade de limpar as mãos. Bactérias nas pipocas que eu como? Tudo bem, nas minhas mãos é que não.

Não faz sentido.

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Meow



A minha irmã adoptou um gato. Já andava há algum tempo a magicar o assunto, sempre que cá vinha a casa e tinha os nossos (temos dois) e tinha um deles a correr atrás dela, a pedir miminhos ou a bater-lhe à porta à noite para dormirem com ela. "Tenho que arranjar uma companhia para mim...", ia dizendo e ao mesmo tempo adiando, com desculpas esfarrapadas. Que como ela trabalha por turnos, o gato ia passar muito tempo sozinho, onde é que o deixava quando quisesse ir de férias (cá em casa, duh?), etc, etc. Há pouco mais de uma semana atrás, do nada, ligou-me: "Mana, arranjei um gato!" A gata de uma conhecida tinha tido gatinhos e já estavam todos dados, menos um e ela andava desesperada à procura de dono para o gatinho. Assim que a minha irmã viu a fotografia do pequeno traquinas, derreteu-se e aceitou ficar com ele. Ligou-me a pedir dicas enquanto andava às compras de acessórios para o felino e andava toda entusiasmada. Dois dias depois tinha-o em casa. 

No domingo veio a casa votar e trouxe-o. É uma coisinha minúscula de 1kg, tinha acabado de fazer dois meses e é lindo. E um reguila e brincalhão de primeira. Muito desconfiado, pouco habituado a colo e que bufava sempre que um dos outros gatos se aproximava. Isolava-se muito, algo que me fez logo confusão porque o meu segue-me para todo lado e mesmo a dormir gosta de estar com companhia. Hoje já nem parece o mesmo. Continua a brincar imenso, passa horas a saltitar de um lado para o outro e a caçar bichinhos imaginários ou os brinquedos que lhe atiramos. É fascinante observá-lo, a televisão fica completamente esquecida. Por outro lado, já está mais sociável. A primeira vez que o tentei adormecer no meu colo, foi uma luta em que ele acabou por ser vencido pelo cansaço. Agora já é ele que nos procura quando se cansa da brincadeira e é vê-lo encostar-se a nós para dormir, tão pequenino, indefeso e já a confiar tanto em nós. 

É nestes momentos que não só não consigo perceber como sinto repugnância por quem abandona animais. Quem é capaz de abandonar um animal à sua sorte, trair a sua  confiança, não vale nada como ser humano. 

sábado, 3 de outubro de 2015

Dona Inércia

Sabem aqueles dias em que não se sentem motivadas para fazer absolutamente nada? O tempo não rende, não fazem nada produtivo, mas nada inútil também. Hoje para mim foi um dia assim. 

Começou logo mal de manhã cedo, quando acordei com o meu pai a fazer barulho ainda não eram 9h. Como me tinha deitado tarde, estava cheia de sono e continuei na cama, a tentar retomar o sono que fora interrompido. Não o consegui fazer com grande sucesso: passei pelas brasas, acordando ao menor barulhinho e voltando a dormitar de seguida. É um sono que para além de não me descansar nada, ainda me deixa com uma dor de cabeça que dura o dia todo (que lá teve de ser atenuada com um comprimido).

Talvez tenha sido o despertar atribulado que condicionou o meu estado de espírito para o resto do dia. Não tinha planos, o que pode ser um pesadelo para muitas pessoas mas que eu particularmente adoro. Para mim não há nada melhor do que o meu tempo livre ser, efectivamente, livre! Sem actividades, marcações aqui ou ali, obrigações. Poder fazer aquilo que, no momento, sentir vontade. O que pode incluir estar o dia todo no sofá a devorar séries, a ler, ir às compras, passear, mimar o gato...  Mas hoje estive aborrecida o dia todo, dominada pela preguiça. Não me apetecia ler, nem ver séries, nem sair, nem... Nada. Até me lembrei de fazer uma tarte de maçã, para aproveitar as maçãs da macieira que temos no jardim, mas entre a ida ao supermercado para comprar algumas coisas que faltavam, a vontade de me enfiar na cozinha perdeu-se.

A tarte ficará para amanhã. Espera-se! 

Vamos fazer a diferença?






E Domingo é o dia de, mais uma vez, irmos às urnas exercer o nosso direito, conquistado há quarenta anos, de votar e escolher livremente quem queremos que nos governe pelos próximos 4 anos. Desde os meus 18 anos tenho votado religiosamente, seja nas autárquicas, presidenciais ou nas legislativas.  Confesso que me faz uma enorme confusão as pessoas a quem lhes passa ao lado este dia, que não se procuram informar minimamente sobre as opções que temos, geralmente com a desculpa de "não gosto de política", "são todos iguais", "não vai mudar nada". O que não muda nada é ficar em casa ou para o centro comercial e deixar de ir votar. 

Ponham a mão na consciência e vão às urnas, sim? Demora uns 5 minutos e, pasmem-se! É de graça

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Malditos parasitas...

Sou dona de tigre em miniatura de 8 anos. Ou escrava humana, na mente dele. É um pequeno patudo de 7kg, com olhos verdes amendoados e longos bigodes. É um companheiro leal, a minha sombra para onde quer que eu ande em casa (sim, até mesmo quando vou à casa de banho...), que vem a correr à porta quando eu chego e que, enquanto falo com ele, olha para mim com uma atenção como nunca ninguém o fez. Dorme encostadinho a mim todas as noites, em cima da mantinha que ponho para ele na cama e faz birra quando chega a hora de ir dormir e quer que eu vá com ele. Adora miminhos e tem uma adoração especial por mim (apesar de não negar o colo de outros membros da família) e quebra todos os estereótipos parvos de que os gatos não ligam aos donos, são falsos e bla bla bla whiskas saquetas. Deve ser mais que visível que é o menino dos meus olhos e podia estar aqui o resto do dia  a falar das suas façanhas e peculiaridades. 

Contudo, nem tudo é perfeito. Apesar de ser muito dócil e ter uma enorme paciência para me aturar, há coisas que não tolera. Tomar comprimidos é uma delas. Ao longo destes 8 anos já testei diversas técnicas, com sucessos variados. A velha técnica de abrir a boca e enfiar o comprido na goela, que tem resultado com os cães que já passaram cá por casa desde que nasci, incluindo pastores alemães, é um atentado à integridade física. A minha, claro. Quando eu acho que ele já terá engolido o comprido e lhe solto o focinho, eis que ele surge, cuspido a grande velocidade e indo parar a metros de distância. Se insisto, surgem as garras e os dentes, pequeninos mas afiados. Abandonei este método já há anos, depois de várias tentativas falhadas. 

Entretanto comecei a esmagar os comprimidos, misturar com um pouquinho de água e dar-lhe numa seringa. Tem corrido razoavelmente bem, com níveis de sucesso variados. Há sempre uma pequena parte que é cuspida, mas tento compensar ajustando a dose. Ontem foi o dia de dar o desparasitante interno. E não podia ter corrido pior. 

Fiz tudo como habitual e, munida de seringa, agarrei o gato ao colo, tentando segurar-lhe as patas enquanto o meu pai lhe tentava administrar o medicamento. Tentava. Mal sentiu o líquido na boca começou a espernear e a contorcer-se como se possuído pelo demónio, cuspindo tudo em várias direcções. Insistimos e ele cuspia tudo como se lhe estivéssemos a dar veneno, além de ter começado a pôr as unhas de fora e a bufar como se fossemos o seu pior inimigo. Desistimos. Havia desparasitante por todo lado e estava fisicamente cansada de tentar lutar com um gato de 7kg. 

Já andei a pesquisar e descobri que existe uma marca de desparasitante externo e interno em pipetas. Vou revirar tudo até encontrar. A ver se matamos os parasitas todos e sobrevivemos para contar a história...

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Lindo é...

Um turista que anda a visitar a UC ficar pasmado quando lhe digo que já terminei o curso e tenho 25 anos. Segundo ele, parece que tenho 15. Obrigadinha, sim? 

Tirarem-me idade já é uma constante na minha vida. Nas discotecas exigem sempre ver o BI (enquanto isso vejo adolescentes a entrarem, mal-equilibradas em saltos de 12 cm e com as suas mini-saias...), nas bilheteiras com descontos para menores de 18... Já houve uma altura em que me irritava profundamente; agora nem ligo e até me rio. Dar-me 15 anos, contudo, não deixa de ser um exagero; é unânime que pareço mais nova, especialmente por ser  pequenina... Mas 15 anos!? Por favor!

Quando tiver 40 exijo que digam que pareço ter 25 :)

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Com ou sem côdea?


Hoje deparei-me com um trágico cenário. Fui ao supermercado mais próximo comprar umas coisinhas cá para casa e, para meu espanto, só uma marca tinha pão de forma com côdea. Todas as outras eram sem côdea, coisa que anunciavam em letras garrafais, bem orgulhas do seu feito. Mas, mas... Sou só eu que ADORO a côdea do pão de forma? Em torradinhas então, fica estaladiça, nhami nhami. Tremo só de pensar no dia em que vão banir de vez a côdea do pão de forma

Fiquei desmoralizada com o futuro da nossa sociedade.

sábado, 26 de setembro de 2015

Sobre essas coisas horríveis que são as praxes...

Quando entrei na faculdade, na fantástica cidade de Coimbra, estava muito de pé atrás quanto às praxes. Sendo eu de Coimbra e já tendo acompanhado o percurso académico da minha irmã, estava minimamente informada quanto às tradições e o Código da Praxe e não estava disposta a ser humilhada, a ter meia dúzia de parvos a gritar-me aos ouvidos e a dizer-me como eu era um monte de esterco. Para mim, aquilo não era praxe e apesar de querer usar Capa e Batina, sabia que não ia sujeitar-me a tal disparate. 

Felizmente os meus receios eram infundados e tive praxes divertidas, que ajudavam os caloiros a conhecerem-se, a conhecerem melhor a Universidade e acima de tudo, a passarmos todos um bom bocado. Respeitaram quando disse que não bebia e nunca me excluíram por isso ou por não poder sair todas as noites como as outras caloiras, que viviam sozinhas e não tinham pais em casa à espera delas. Mais tarde, usei Capa e Batina com orgulho, praxei, tive afilhadas, ajudei muitas caloirinhas a integrarem-se e mais que isso, fiz imensas amigos na praxe. Sem humilhações, abusos. Nas minhas praxes, quer enquanto caloira ou "Doutora", só via sorrisos, troca de olhares cúmplices, laços que se formavam. Talvez por isso tenha dificuldade em entender quando me dizem que sofreram praxes más e que foram "obrigados" a fazer x e y, talvez porque eu estive na situação de me  recusar a fazer uma determinada praxe e ninguém me obrigou a cumpri-la (o que não seria difícil tendo em conta o meu 1,50m de altura). A questão, provavelmente, é que os meus pais prepararam-me para dizer não e lidar com as pressões de grupo para nos integrarmos e pertencermos aos "fixes". Algo que acontece em todas as idades, ou será que só eu é que fui pressionada a fumar quando andava no ciclo e consequentemente gozada quando me recusei a fazê-lo??

Haverá abusos em todo lado, até mesmo em Coimbra. No entanto, compete aos estudantes denunciá-los, lutar por estabelecer uma praxe divertida, integradora, que respeite a integridade de todos. Vejo muitas pessoas a defender o fim das praxes, sem perceberem que os casos de abusos não são a regra, não fazem parte do que é a praxe e a ignorarem exemplos de praxes fantásticas, como por exemplo, as praxes solidárias. É isso e enfiarem todos os estudantes que praxam no saco dos acéfalos, frustrados e outros nomes fofinhos. Equivalente a dizer que todos os portistas são umas bestas quadradas que andam à porrada sempre que perdem, estão a ver? É só estúpido e ignorante. (E é uma benfiquista que está a escrever isto... ). Basicamente, agora parece que é in dizer que somos anti-praxe e falar mal de todos os que não são. Mostra como somos evoluídos, mais independentes, que pensamos pela própria cabeça e não nos misturamos na carneirada. Menos, ok? Pessoas mal-formadas há em todo lado. 

Não vou falar especificamente do caso que aconteceu na Universidade do Algarve. Porém, foi impossível, ao ouvir a notícia, não me lembrar de uma conversa que tive com uma amiga, praxista na UAlg, quando me contou que havia uma praxe na faculdade dela que consistia em sujar os caloiros com peixe podre. Lembro-me de engolir em seco, sentir o fogo da indignação a queimar-me no peito e tive que morder a língua para não me exaltar e perguntar-lhe o mais calmamente que consegui: "Onde é que está a integração disso?" Ela franziu a testa, pela primeira vez a reflectir sobre aquilo, antes de concordar que, efectivamente, aquela "praxe" não fazia o menor sentido e que iria propor acabar com aquela prática.

Às vezes, só precisamos de um pouco de sentido crítico para fazermos a diferença.

E agora?

E parece foi desta que criei um blog. Oláááá! *som de grilos*

Andava a congeminar a ideia de criar um blog já há uns dias e acabava sempre por embater num obstáculo intransponível: o nome! Isto de escolher nomes é muito difícil; ainda me lembro que quando havia um novo animal de estimação cá em casa, a família reunida na sala a mandar bitaites para o alto a ver se algum nome agradava a todos os elementos (o bichinho incluído, claro!). Não que eu esteja a comparar o blog a um ser vivo, mas enfim, é só para ilustrar que a minha capacidade de decisão nestas questões delicadas é fraquinha, muito fraquinha mesmo.

Mas ontem, à 1h50 da manhã, estava eu na minha caminha, o raciocínio já toldado pelo sono, quando surgiu um flash na minha mente "E se fosse um e cinquenta?!" Pode parecer um nome sem sentido, mas na verdade, tenho 1,50m de altura, o que coincide com a hora a que tive esta ideia maravilhosa e.... Bah não consigo arranjar uma justificação que faça este nome menos parvo do que ele é. A verdade é que, quando acordei na manhã seguinte já nem me lembrava dele e muito provavelmente nem voltaria a lembrar se não me tivesse deparado com a sms que enviei a mim mesma na noite anterior com um simples "um e cinquenta". E foi assim que aqui vim parar. A ver vamos por quanto tempo.